Esta Hora de Espanto
Né Barros- Teatro Municipal de Bragança
Teatro Municipal de Bragança
Esta peça, em tom de “coreodrama”, retoma o corpo como e na paisagem, algo que percorre o trabalho de Né Barros, para convocar imagens-limite e radicais sobre um futuro previsível de catástrofe.
Como uma dança da morte, os corpos vão-se revelando através dos gestos mais excitados até ao abrandamento e imobilidade.
Em Esta Hora de Espanto, através do corpo e do texto, uma ficção escrita por Tiago Mesquita Carvalho, desenham-se imagens de catástrofes, retomam-se as questões dos limites das fragilidades dos corpos, da figuração e desfiguração na dança.