Zonas de Sombra
Né Barros
1 e 2 Out
Rivoli - Teatro Municipal do Porto
Rivoli - Teatro Municipal do Porto
O espetáculo atravessa e é atravessado pelas sombras. A polissemia do termo abre-nos um campo de explorações de diferentes reenvios sejam eles psicológicos ou metafísicos. Mas tal como uma sismologia onde uma dada superfície terrestre não recebe as ondas sísmicas diretamente, a sombra convoca a presença de forma indireta, lança-nos no lado da invisibilidade. Ao longo da peça os corpos são sombras e
provocam sombras e mais do que expor, ocultam sentidos profundos. O movimento, a palavra e a música unem-se para construir um lugar sensível de passagem de imagens por subtração ou por exposição. O espetáculo como uma cinemática de projeção de imagens do mundo e dos corpos enquanto vestígios de luz e de escuridão.
Biografia Né Barros
Né Barros, coreógrafa, investigadora no Instituto de Filosofia (U.P.). Tem desenvolvido o seu trabalho artístico em conexão com seus estudos académicos e pesquisas. Iniciou sua formação em dança clássica com Ruth Howner, e, posteriormente, trabalhou em dança contemporânea e composição coreográfica nos Estados Unidos (Smith College).
Doutorada em Dança (Universidade de Lisboa) e Master in Dance Studies (Laban Centre, Londres). Concluiu um Pós-Doutoramento no Instituto de Filosofia da U.P.. Estudou Teatro (ESAP). Como coreógrafa, tem colaborado com diversos artistas plásticos, fotógrafos, músicos, encenadores, artistas multimédia. Trabalhou com a Companhia Nacional de Bailado (premiada como Melhor Coreografia), com Ballet
Gulbenkian e Aura Dance Company (Lituânia). Publicou vários artigos e é autora dos livros Coreografias. Ensaios sobre dança e filosofia (no prelo), Performances e Pós-Fenomenologia, Da Materialidade na Dança, Dança: corpo e casa, e editor de Performances no Contemporâneo, Deslocações da Intimidade, Artes Performativas: Novos Discursos, Das Imagens Familiares, Story Case print (2009) e Metamorfoses do
Sentir. É co-diretora das coleções Estética, Política e Arte e Máquinas de Guerra, publicadas pela FLUP. É professora na ESAP e convidada em diversas instituições.
Co-fundadora do Balleteatro e do Family Film Project - Festival Internacional de Cinema de Arquivo, Memória, Etnografia.
provocam sombras e mais do que expor, ocultam sentidos profundos. O movimento, a palavra e a música unem-se para construir um lugar sensível de passagem de imagens por subtração ou por exposição. O espetáculo como uma cinemática de projeção de imagens do mundo e dos corpos enquanto vestígios de luz e de escuridão.
Biografia Né Barros
Né Barros, coreógrafa, investigadora no Instituto de Filosofia (U.P.). Tem desenvolvido o seu trabalho artístico em conexão com seus estudos académicos e pesquisas. Iniciou sua formação em dança clássica com Ruth Howner, e, posteriormente, trabalhou em dança contemporânea e composição coreográfica nos Estados Unidos (Smith College).
Doutorada em Dança (Universidade de Lisboa) e Master in Dance Studies (Laban Centre, Londres). Concluiu um Pós-Doutoramento no Instituto de Filosofia da U.P.. Estudou Teatro (ESAP). Como coreógrafa, tem colaborado com diversos artistas plásticos, fotógrafos, músicos, encenadores, artistas multimédia. Trabalhou com a Companhia Nacional de Bailado (premiada como Melhor Coreografia), com Ballet
Gulbenkian e Aura Dance Company (Lituânia). Publicou vários artigos e é autora dos livros Coreografias. Ensaios sobre dança e filosofia (no prelo), Performances e Pós-Fenomenologia, Da Materialidade na Dança, Dança: corpo e casa, e editor de Performances no Contemporâneo, Deslocações da Intimidade, Artes Performativas: Novos Discursos, Das Imagens Familiares, Story Case print (2009) e Metamorfoses do
Sentir. É co-diretora das coleções Estética, Política e Arte e Máquinas de Guerra, publicadas pela FLUP. É professora na ESAP e convidada em diversas instituições.
Co-fundadora do Balleteatro e do Family Film Project - Festival Internacional de Cinema de Arquivo, Memória, Etnografia.
Setembro 2026
Outubro 2026